Amoreira
Famílias na Amoreira

O que as famílias percebem com o tempo.

Relatos de quem escolheu a Amoreira — para o programa diurno, uma estadia ou como moradia permanente.

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O que as famílias dizem

Relatos coletados entre junho e julho de 2025.

CP

Cláudia Pereira

Filha de moradora permanente · Campinas

Minha mãe mora na Amoreira há oito meses. O que mais me surpreendeu foi a carta mensal — não é uma lista de ocorrências, é um texto de verdade que conta como ela está. A equipe sabe o nome dela, sabe o que ela gosta de comer, sabe que ela prefere ficar mais quieta às terças. Isso me deu uma tranquilidade que eu não esperava ter.

Julho de 2025

RF

Roberto Ferreira

Filho de participante do programa diurno · Barão Geraldo

Meu pai foi para o programa diurno meio sem querer — a ideia era ele ir uma semana ver como era. Três meses depois, ele pede para ir. A caminhada matinal é o que ele mais menciona quando chegamos para buscá-lo. A nota semanal é direta e clara, sem exageros. Só faria sentido ter também aos sábados, mas é uma realidade que entendemos.

Junho de 2025

MA

Márcia Albuquerque

Nora de morador permanente · Campinas

Quando meu sogro entrou na Amoreira, eu estava preocupada com a adaptação. A equipe me chamou para conversar antes da mudança e perguntou coisas que eu nunca teria pensado em mencionar — os horários que ele prefere para tomar banho, o que ele assiste de manhã. Faz diferença quando alguém realmente quer saber.

Julho de 2025

TN

Tatiana Neves

Filha de usuária da estadia temporária · Valinhos

Minha mãe ficou dez noites enquanto a gente estava viajando. Eu liguei na terceira noite com receio, e a pessoa que atendeu sabia exatamente como ela tinha passado o dia. Quando buscamos ela, estava descansada e com o cabelo lavado. Pequenos detalhes que mostram que alguém de fato estava prestando atenção.

Junho de 2025

JS

João Souza

Filho de moradora permanente · Campinas

Minha mãe mora na Amoreira há seis meses. O almoço mensal com a família é algo que ela aguarda com antecedência. Não é só a comida — é ter a gente na mesa dela, no lugar dela. Isso muda como a família se sente em relação à distância. A única coisa que gostaria que fosse diferente é ter mais espaço para guardar as roupas dela, mas a equipe improvisa bem.

Julho de 2025

LR

Luísa Rodrigues

Sobrinha de participante do programa diurno · Campinas

Minha tia morava sozinha e não tinha muito o que fazer durante o dia. Desde que começou o programa diurno, ela fala da horta, da roda de leitura, do grupo de caminhada. Parece que ela voltou a ter um ritmo. A nota semanal que recebo toda sexta é o que me mantém tranquila quando não consigo visitar.

Junho de 2025

Histórias de famílias

Três situações diferentes que chegaram à Amoreira e como cada uma se desenvolveu.

Uma viagem de três semanas e o pai em casa sozinho

A situação

Uma família de Valinhos precisava viajar por três semanas e tinha um pai de 78 anos que morava sozinho. Ele era independente, mas a família não estava confortável em deixá-lo sem companhia por esse período.

O que aconteceu

A família entrou em contato duas semanas antes da viagem. Houve uma conversa por telefone e uma visita à casa. O pai ficou as três semanas — duas estadias de dez noites consecutivas. As preferências foram registradas antes da chegada.

Como ficou

Quando a família voltou, ele perguntou se podia continuar vindo para o programa diurno. Hoje participa três vezes por semana e a estadia ficou como opção para períodos futuros. A família usa a opção como parte do planejamento anual.

Mudança de apartamento e uma transição de três meses

A situação

Uma senhora de 82 anos precisava sair de um apartamento que vendia e a mudança para o novo lugar levaria mais tempo do que o previsto. A família não queria que ela ficasse no meio da confusão da reforma.

O que aconteceu

Ela ficou na estadia durante esse período — no total, cinco séries de dez noites ao longo de três meses. A equipe manteve a mesma rotina em cada entrada, e ela trouxe alguns objetos pessoais para o quarto.

Como ficou

Quando o apartamento ficou pronto, ela pediu uma semana para pensar antes de decidir para onde ir. No final, optou por ficar na Amoreira como moradora permanente. A família visita às quartas e domingos.

Um filho que morava em outro estado e precisava de uma resposta estável

A situação

Um senhor de 80 anos morava em Campinas, filho único residia em São Paulo. As visitas eram mensais e a preocupação com o dia a dia entre as visitas era constante.

O que aconteceu

O filho conheceu a Amoreira por indicação e agendou uma visita para os dois virem juntos. Depois de duas conversas com a coordenação, o pai entrou na moradia permanente. A carta mensal foi o ponto que convenceu o filho que a distância seria administrável.

Como ficou

O filho visita a cada três semanas. Recebe a carta mensal e liga quando tem alguma dúvida pontual. Em suas palavras: "eu sei como meu pai está sem precisar ligar toda semana com medo. Isso mudou a minha relação com o trabalho e com ele."

Alguns números da casa

12+

anos de experiência da coordenação com residências para adultos maiores

365

dias por ano com equipe presente — incluindo fins de semana e feriados

3

formatos de programa com preço fixo e tudo incluído desde o início

09–20h

horário de visitas todos os dias, sem agendamento e sem restrição de dias

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Visitas sem agendamento de segunda a sábado. Por telefone ou e-mail para combinar um dia específico.

+55 19 3251-8046
Rua Coronel Quirino, 1508 — Campinas
Segunda a sexta: 08h30 às 18h00  ·  Sábados: 09h00 às 13h00

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